Por favor, perdoem meu "portuñol"...
| Powered by eSnips.com |
| Powered by eSnips.com |
Honduras e ao sul com a Costa Rica. Sua população é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, sendo o maior país, em extensão territorial, da América Central. A capital, Manágua, tem um milhão de habitantes. A Nicarágua possui dezenas de espetaculares vulcões, lagos enormes, centenas de espécies de animais e plantas, tesouros arqueológicos, maravilhas naturais em abundância e um povo hospitaleiro.
Este relatório tem a finalidade de, em primeiro lugar, engrandecer o Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo pois todos os resultados são para Ele: “...porque Dele, Por Ele e Para Ele são todas as coisas; Glória, pois, a Ele eternamente. Amém...” (Romanos 11:36); mas quero agradecer, também, aos irmãos que tiveram uma participação direta na realização deste projeto, seja orando, contribuindo ou divulgando.
1. Lei do Professor
O professor precisa conhecer o que vai ensinar.
Dedução: Quem pára de crescer hoje, pára de ensinar amanhã. (Spurgeon)
O professor eficiente é aquele que baseia seu ensino em uma rica experiência de vida. Ninguém pode ensinar o que não sabe. Seja humilde e tenha predisposição para aprender.
Qualidades do Bom Professor
1. Autêntico
2. Respeitador
3. Empático
4. Cheio do Espírito Santo
Regras do Bom Professor
1. Preparar a lição com estudo recente.
2. Estudar a lição até tornar-se familiar e clara.
3. Descobrir a relação da lição x aluno.
4. Procurar materiais apropriados para ajudar a comunicar a verdade da lição.
5. Achar tempo para estudar.
6. Ter um plano de aula.
2. Lei do Ensino
A maneira como os alunos aprendem deve determinar a maneira como ensino
Dedução: Não se avalia nossa eficiência pelo que fazemos mas pelo que nosso alunos fazem.
Para sermos professores eficientes, não basta dominarmos o conteúdo a ser ministrado. Precisamos também conhecer aqueles a quem iremos ensinar.
Metas com a Lei do Ensino
1. Ensinar os outros a pensar
2. Ensinar os outros a trabalhar
3. Ensinar os outros a aprender
3. Lei da Comunicação
Para que haja comunicação é necessário que se estabeleçam pontes de ligação entre o comunicador e o receptor.
Dedução: A linguagem usada no ensino precisa ser comum ao professor e ao aluno.
Ensino é atividade centralizada no professor, isto é, a transmissão da matéria.
Aprendizagem é centralizada no aluno, isto é, a retenção da lição.
Ensino e Aprendizagem é a comunicação entre aluno e professor (emissor e receptor).
Precisamos eliminar os fatores que provocam desconcentração. Fazer com que nos digam o que estão aprendendo e como podem aplicar a lição em suas vidas.
4. Lei da Preparação
O processo ensino-aprendizagem é mais eficiente se tanto professor como aluno estão previamente bem preparados.
Dedução: O processo ensino-aprendizagem exige inspiração e transpiração
Como Preparar Uma Lição
1. Estudar a lição com antecedência.
2. Relacionar a lição à vida dos alunos, adaptando se necessário.
3. Escolher os métodos.
4. Obter e preparar os materiais a serem utilizados.
5. Fazer plano de aula.
Vantagens de um Plano de Aula
1. Fixa bem a lição na mente do professor.
2. Dá ao professor um plano de operação.
3. Divide a lição em atividade cronologicamente equilibrada.
4. Inclui participação planejada.
5. Permite que o professor tenha sempre o alvo em vista.
6. Convença sempre seus alunos a fazerem anotações. Isso leva à participação e, com isso, seus alunos estarão sempre ansiosos e prontos, preparados para a próxima aula.
Bibliografia
1. Franzen, Edson de Almeida e. A Bíblia da Religião - Livro 30 - Introdução ao Ensino Cristão. Editora Herr Curitiba (PR), 1998.
2. Hendricks, Howard, Ensinando para Transformar Vidas. Editora Betânia, Belo Horizonte (MG). 1987
Este estudo faz parte de um módulo que podemos ministrar em sua Igreja para os professores de EBD
Joel Barbosa
O Sermão do Monte foi o mais longo ensino proferido por Jesus Cristo, mas mesmo assim não foi um discurso enfadonho porque a forma de falar do Nosso Senhor era característica, clara, simples e fácil. O seu método consistia em EXPLICAR – ILUSTRAR – APLICAR.
1. EXPLICAÇÃO
Jesus Cristo, o Mestre dos Mestres explica utilizando:
Palavras comuns
O sermão do monte não é composto de palavras acadêmicas, eruditas ou sofisticadas, mas palavras usadas por gente simples.
Abundância de frases curtas
Vós sois a luz do mundo... não julgueis... pelos seus frutos os conhecereis...
Perguntas que não requerem resposta oral
No momento em que tentamos responder, mesmo que interiormente, a lição deixa de ser um monólogo.
Repetição
Bem aventurados... bem aventurados... quando orardes... quando orardes... Repetição é uma das maneiras que Deus usa para ensinar os homens.
Contrastes
O Senhor Jesus não somente apresentava a verdade, mas também apontava o caminho errado e a conseqüência do mesmo.
Uso freqüente da voz ativa
Ao invés de “que a vossa luz brilhe para que as vossas boas obras sejam vistas” Jesus diz: “brilhe também a vossa luz diante dos homens...”.
2. ILUSTRAÇÃO
Quando ensinava, Jesus “colocava olhos nos ouvidos das pessoas”. Ele usava como ilustração elementos facilmente encontrados:
Em casa
Veja que lista imensa de ilustrações do lar: sal, luz, candeia, traça, ferrugem, comer, beber...
Na Igreja
Ofertas, ensinos sobre assassinato, adultério, divórcio, esmolas, orações, jejum... qual nossa realidade hoje?
Situações cotidianas
Cidade na montanha, coletores de impostos, pássaros, flores, balanças nos mercados, portões largos e estreitos, ovelhas, lobos...
Experiências cotidianas
Tribunal, lascívia de uma mulher, bofetada na face, ser processado por causa de um casaco, ser barrado por um soldado, ver um mendigo, ser ferido por um cisco...
3. APLICAÇÃO
As aplicações de Cristo não são encontradas somente no fim do sermão, mas percorrem todo o sermão, sendo diretas através do uso dos pronomes “tu” e “vós”.
Formas diferentes de aplicar
Jamais alguém falou como este homem (Jo 7:46). Jesus aplica através de afirmações (Mt 7:21), ordens ou instruções (5:16), perguntas (5:46, 47) ou linguagem figurada (5:13, 14).
Diferentes tipos de aplicação
Refutando/rejeitando abertamente um erro (5:21, 22), explicando “o que”, “como” e “porque” fazer algo (6:1 a 4)
Aplicação distintiva
Diante dos diferentes tipos de pessoas que o Mestre tinha diante Dele, Jesus sempre tinha quatro categorias de aplicação: doutrina, repreensão, correção e educação, além de uma aplicação aos incrédulos, sendo assim alcançava a todos.
Encerrando com aplicação
Tendo empregado praticamente 1/3 do sermão em aplicações, nosso Senhor encerra com o mesmo método (7:24 a 27)
Conclusão:
Nosso Mestre não era um Professor enfadonho porque utilizava 1/3 de explicação, 1/3 de ilustração e 1/3 de aplicação sempre ensinando “O QUÊ”, “COMO” E “POR QUE” proceder de tal maneira.
Nossa incumbência como professores é de seguirmos o exemplo do Mestre dos Mestres:
EXPLICAR – ILUSTRAR – APLICAR.
Este estudo faz parte de um dos módulos que podemos ministrar em sua Igreja aos professores de EBD
Joel Barbosa
Certa história conta que estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água.
Quando mais jovem, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva e na menor provocação, explodia magoando meus amigos.
Era uma vez uma corrida de sapinhos.
O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.
Uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um grande aeroporto. Enquanto esperava seu vôo dirigiu-se a sala VIP do aeroporto. Para matar a fome ela comprou um pacote de bolachas... Sentou-se numa poltrona para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Apenas pensou:
Um homem foi ao barbeiro e enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:
Um homem, após longa viagem, resolveu passar algumas semanas num mosteiro do Nepal. Certa tarde, passeando pelo local, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge sorrindo, sentado no altar.
Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas. As pérolas são feridas curadas. Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.