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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

PERDÃO...

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Certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.
Durante anos percorreram uma estreita, porém comprida estrada que corria ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutarem um da companhia do outro.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

UMA LIÇÃO DE PERDÃO

“Aquele que dá o que não pode manter, pra ganhar o que não pode perder, não é um tolo” - Jim Elliot

Recebi um convite para ministrar em um encontro de senhoras o tema: “Influenciando vidas através do caráter – abordando o perdão”
Orando e buscando no Senhor o discernimento, lembrei-me de um episódio que ilustra com profundidade a prática do perdão: A vida de Jim e Elizabeth Elliot.

Quem nunca ouviu acerca de Jim Elliot que foi brutalmente assassinado juntamente com seus quatro companheiros quando empreendiam um projeto de evangelização aos índios Aucas no Equador? É uma das mais fascinantes e marcantes histórias missionárias.
Nascido em 8 de Outubro de 1927 em Portland, Oregon, Jim recebeu a Jesus Cristo como Salvador aos 8 anos de idade... quão maravilhoso ver na vida dele as palavras de D.L.Moody cumpridas: “uma criança salva tem uma vida inteira pela frente para ser usada na obra do Salvador” . Ainda que a vida de Jim não foi tão longa, os poucos anos vividos foram com intensidade para o Mestre; conta-se que uma de suas mais constantes orações era: “Consuma minha vida, Senhor. Eu não quero uma vida longa, mas sim cheio de Ti, Senhor Jesus. Satura-me com o óleo do teu Espírito…”

Embora se destacasse talentosíssimo em qualquer atividade em que se envolvesse e aos olhos dos homens pudesse seguir uma carreira secular de sucesso, ele era convicto de sua vocação e chamada para o ministério e por isso priorizou seus estudos com o intuito de alcançar a melhor preparação possível para este intento, tanto que empenhou-se em estudar grego já visando uma possível tradução do evangelho para alguma língua nativa. Foi durante seus estudos que conheceu Elizabeth Howard, que também tinha um chamado para missões transculturais e se casaram em 1953 na cidade de Quito (Equador) sendo que em 1955, nasceu sua filha Valerie.

Convicto de seu chamado transcultural, Jim foi duramente criticado por alguns líderes que viam nele um futuro promissor, mas pastoreando Igrejas nos Estados Unidos e não pregando aos índios na Amazônia Equatoriana.

Juntamente com Ed McCully, Peter Fleming, Nate Saint e suas esposas, Jim e Elizabeth foram trabalhar no Equador com os índios Quechua sendo que Jim e Elizabeth trabalharam intensamente na tradução do Novo Testamento para a língua dos Quechuas. Mais tarde começaram a elaborar um plano para evangelização dos índios Aucas (hoje conhecidos como Huaoranis) que tinham a fama de serem muito violentos e que não possuiam nenhum contato com o mundo exterior; foi aí que Roger Youderian, um novo missionário juntamente com sua esposa pediu para se juntar ao grupo.

Durante quatro meses eles tentaram uma aproximação da tribo Auca levando presentes; a tática parecia estar dando certo pois os índios estavam retribuindo as gentilezas. Diante do progresso alcançado, os cinco jovens missionários resolvem montar um acampamento às margens do rio Curray e através de uma estação de rádio se comunicavam constantemente com suas esposas que tinham ficado na base da missão.
Pouco tempo depois, um grupo de quatro índios visitaram os missionários em seu acampamento. Os missionários deram-lhes presentes e alimentos como um sinal de paz o que foi retribuido. Outros contatos foram feitos por mais algumas vezes e um daqueles índios chegou a voar com Nate Saint em seu avião, sobrevoando sua própria aldeia.

Incentivados por uma visita de alguns indios no dia 7 de Janeiro, os missionários decidiram ir até a aldeia dos Aucas. Era o dia 8 de Janeiro de 1956, o fatídico dia! Nate e Jim sobrevoaram a área da aldeia dos Aucas e avistaram um grupo de 20 a 30 índios se movendo em direção ao acampamento. Pelo rádio se comunicaram com suas esposas dizendo do encontro iminiente com os índios pela manhã e disseram que entrariam em contato novamente às 16h30, contato este que jamais foi feito.

Ao chegarem na praia de seu acampamento, Nate e Jim avisaram aos outros que os Aucas estavam vindo. Como seria o encontro? Eles não sabiam. Mesmo munidos de armas, eles decidiram não utilizá-las e pouco tempo depois quando os Aucas chegaram os cinco foram violentamente assassinados pelos índios.

Angustiadas pela demora do contato de seus maridos, suas esposas solicitaram imediatamente ajuda. Forças do exercito equatoriano sobrevoaram o rio Curray e encontraram os corpos de quatro missionários (não foi encontrado o corpo de Ed McCully). Eles haviam sido brutalmente perfurados por lanças e machados. As esposas desses missionários, apesar da grande dor que sofreram, decidiram continuar com a missão, e algum tempo depois foram sucedidas na evangelização dos Aucas. Todo esforço e sofrimento foram recompensados: a tribo foi evangelizada e alguns anos mais tarde, o assassino de Jim Elliot, agora convertido ao Senhor Jesus e líder da igreja na aldeia batizou a filha de Jim e Elizabeth no rio onde seu pai tinha sido morto.

Que lição! Se voc^estivesse no lugar de Elizabeth, você perdoaria os assassinos de seu esposo? Permitiria que o próprio assassino batizasse sua filha?
Difícil, não? A situação se torna um pouco mais compreensível quando eu paro para refletir que EU SOU responsável pela morte do Filho de Deus! Isso mesmo! Cada um de nós somos assassinos de Jesus Cristo, pois sua morte foi em virtude de NOSSO pecado!
Se EU fui perdoado por Deus, como posso negar o perdão ao meu próximo?

A vida e o testemunho desses cinco missionários martirizados por amor ao evangelho têm inspirado até hoje centenas de jovens a dedicar suas vidas ao Senhor da seara. Jim Elliot procurou servir a Jesus com todas as suas forças e a maior parte de sua vida e de seu ministério é contado por sua esposa Elizabeth em dois livros publicados posteriormente. Sua célebre frase, encontrada em seu diário nos inspira a entregar sem reservas a nossas vidas nas mãos do Mestre:
“Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo”.

Que Deus te abençoe!

Joel Barbosa

Esta postagem foi adaptada em cima do texto extraído da Biografia de Jim Elliot produzido por LUCIANO HÉRBET

quarta-feira, 23 de junho de 2010

MARCAS DO SENHOR JESUS

"...trago em meu corpo as marcas do Senhor Jesus..." Gálatas 6:17

Uma marca normalmente identifica a qualidade de um produto.
Existem marcas tão fortes e confiáveis que os produtos acabam assumindo o nome da marca. Quantas vezes você já não disse: -Preciso comprar uma Gillete ao invés de dizer lâmina de barbear? O mesmo poderíamos dizer de  Bombril (esponja de aço), Danone (iogurte) ou Xerox (cópia reprográfica)...
Outras marcas passavam a ser motivo de piadas devido a não confiabilidade de seus produtos: CCE (Começou Comprando Errado) ou FIAT (Fui Iludido Agora é Tarde). Algumas marcas conseguem reverter o quadro negativo a seu respeito, como é o caso da FIAT que alcançou o primeiro lugar em vendas de automóveis em nosso país nos anos de 2003, 2005, 2006, 2007, 2008 e já está na liderança neste ano de 2010 até o mês de maio.
Com relação à nossa vida, será que a marca "Jesus Cristo" tem sido evidente? Ou será que o mundo vê outras marcas em nossa vida?
Paulo disse que trazia em seu corpo as marcas de Jesus Cristo!
Quando olhamos para a vida de Jesus Cristo, vemos que nos últimos momentos que antecederam a sua morte, Ele recebeu em seu corpo algumas marcas:
• Fronte (coroa de espinhos)
• Mãos e pés (cravos)
• Lado (lança enfiada pelo soldado)
Vejamos o que estas marcas significam para nós:

1. Fronte (mente, olhos, ouvidos e boca)
Cristo sempre tinha sua mente ligada com Deus, seus olhos só olhavam o bem, seus ouvidos estavam sempre atentos para o clamor do necessitado e sua boca só proferia bençãos. Será que esta marca é evidente em nossas vidas? Com o que você tem alimentado sua mente? E seus olhos? Os olhos são a candeia do corpo! Seus ouvidos estão atentos ao clamor dos necessitados? E sua boca? Tem proferido bençãos?

2. Mãos
As mãos indicam nossas ações! As mãos de Cristo sempre estavam abertas para abençoar! Quantas vezes elas tocaram os necessitados transmitindo cura e realizando milagres. Mãos sempre ocupadas em servir! E nossas mãos? Temos feito tudo quanto nos vem à mão para fazer em prol da obra do mestre?

3. Pés
Os pés de Jesus não se cansavam! De aldeia em aldeia anunciando as boas novas. E nossos pés? Talvez muitas vezes cansados para ir à casa do Senhor! Outras vezes, cansados para realizar a obra de evangelização.

4. Lado
O lado simboliza o coração! O coração de Jesus sempre ligado com o do Pai. Onde está o nosso tesouro, aí está também o nosso coração! Em que está colocado o nosso coração?

Mas, por fim, notamos uma última marca que não havíamos citado. No caminho para o Gólgota, uma pesada cruz foi colocada sobre as costas de Jesus. Costas que já haviam sido maltratadas pelos açoites. Esta marca também deve ser evidente em nossas vidas. Cristo disse: "Aquele que quer me seguir, deve negar-se a si mesmo, tomar a sua cruz e segui-lo". Paulo reconhecia esta verdade, tanto que afirma em sua carta aos Gálatas 2:20 "Já estou crucificado com Cristo, e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim"

Que estas marcas de Jesus possam ser evidentes em nossas vidas.

Que Deus te abençoe.

Pr. Joel Barbosa

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Os Grandes deste mundo... e Jesus...

Alexandre, o Grande, Júlio César, Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler, Vladimir Lenin, Fidel Castro, Hugo Chaves... A história está cheia de homens que gostariam de ter sido deuses ...

... mas apenas um Deus que quis ser homem: J E S U S, o Filho de Deus fez-se filho dos homens para que os filhos dos homens pudessem ser feitos filhos de Deus.

"Mas a todos quantos O [Jesus] receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu nome" (João 1.12)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

O NÁUFRAGO

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e
ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para ficar boiando.
Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada e fora de
qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo
para que pudesse se proteger do sol, da chuva e de animais e para guardar seus poucos
pertences, e como sempre agradeceu a Deus.
Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia...
No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em
chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.
Terrivelmente desesperado ele se revoltou... gritava chorando:
-"O pior aconteceu ! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?"
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado...
No dia seguinte bem cedinho, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- "Viemos resgatá-lo" - disseram.
- "Como souberam que eu estava aqui?" - perguntou ele.
- "Nós vimos o seu sinal de fumaça"!
É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão
mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Lembrem-se: se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser
o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.
Para cada pensamento negativo nosso, Deus tem uma resposta positiva.
"Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura,
não nos dará graciosamente com ele todas as cousas?" (Romanos 8:32)

MILHO DE PIPOCA

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.
O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado. Piruá é o milho de pipoca que se recusa aestourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
E você, o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?

sábado, 1 de dezembro de 2007

ILUSTRAÇÕES...

Estou disponibilizando algumas ilustrações para seus estudos e sermões...

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

VOCÊ CONSEGUE!!!

Certa história conta que estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água.
A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava de baixo do gelo, tirou seus patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com suas mãos tão pequenas!
Nesse instante apareceu um velhinho e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
- Como? Todos perguntaram...
O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que ele não seria capaz.

Pense nisso: O impossível muitas vezes depende do ponto de vista!

FOLHA DE PAPEL

Quando mais jovem, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva e na menor provocação, explodia magoando meus amigos.
Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.
Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, e me entregou uma folha de papel lisa e dizendo:
- Amasse-a!
Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.
- Agora -voltou a dizer-me- deixe-a como estava antes.
É obvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas.
Então, disse-me o professor:
- O coração das pessoas é como esse papel...a impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.
Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro deste papel amassado.
A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar.
Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas muitas vezes é tarde demais.Alguém disse, certa vez:
" Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio"
Portanto, antes de falar...
Pense nisso!

CORRIDA DOS SAPINHOS

Era uma vez uma corrida de sapinhos.
Eles tinham que subir uma enorme torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição e a multidão dizia:
“Não vão conseguir...não vão conseguir!!!”
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um que continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
“Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir!!!”
E os sapinhos iam desistindo um a um, menos um que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que tinha acontecido, e quando foram perguntar ao sapinho como ele tinha conseguido chegar até o fim...descobriram que ele era surdo.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem, não devemos escutar as pessoas que falam que nós não iremos conseguir, apenas devemos ouvir as Palavras de Deus.

Sejamos surdos aos apelos negativos.

BOLSA DE BATATAS

O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.
Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a bolsa com batatas.Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, por mantermos a dor, a bronca e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.
Portanto... jogue fora suas 'batatas'!

AS BOLACHAS

Uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um grande aeroporto. Enquanto esperava seu vôo dirigiu-se a sala VIP do aeroporto. Para matar a fome ela comprou um pacote de bolachas... Sentou-se numa poltrona para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Apenas pensou:
-"Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca esquecesse!!!"
A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou:
-"O que será que este abusado vai fazer agora?"
Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.
-Ah!!! Aquilo era demais!!!
Ela estava bufando de raiva! Então, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque. Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar uma bala e para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá... ainda intacto, fechadinho!!!
Ela sentiu tanta vergonha! Só então ela percebeu que a errada era ela, sempre tão distraída! Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua bolsa... O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar... nem para pedir desculpas...!!!

" REFLETINDO Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto? Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos. Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém faz nada certo. Raciocine claramente! Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa! Converse mais...!!! Seja mais leve...!!! Viva, simplesmente...!!!

O BARBEIRO

Um homem foi ao barbeiro e enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:
- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!
- Por quê?
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro!
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não agüentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!
- Como?
- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!
- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim!
- Agora, você entendeu! Deus é o "barbeiro" da humanidade... se o mundo está assim é porque não vão até Ele!

AS BANANAS

Um homem, após longa viagem, resolveu passar algumas semanas num mosteiro do Nepal. Certa tarde, passeando pelo local, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge sorrindo, sentado no altar.
-Porque o senhor sorri ?, perguntou ao monge.
-Porque entendi o significado das bananas, disse o monge, abrindo a bolsa que carregava, e tirando uma banana podre de dentro.
-Esta é a vida que passou e não foi aproveitada no momento certo... Agora é tarde demais.
Em seguida, tirou da bolsa uma banana ainda verde. Mostrou-a, tornou a guardá-la e disse:
-Esta é a vida que ainda não aconteceu, é preciso esperar o momento certo.
Finalmente, tirou um banana madura, descascou-a e, dividiu-a com o seu amigo dizendo:
- Este é o momento PRESENTE. Saiba vivê-lo SEM MEDO.

A OSTRA E AS PÉROLAS

Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas. As pérolas são feridas curadas. Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Você já recebeu os duros golpes da indiferença? Então, produza uma pérola. Cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com várias camadas de amor.
Seja Feliz...

terça-feira, 30 de outubro de 2007

AS DUAS VIZINHAS

Essa mensagem é bem interessante. Leia e reflita do lado de qual das duas vizinhas você está.
Havia duas vizinhas que vivam em pé de guerra.
Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa.
Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde.
Ao se encontrarem na rua, muito humildemente, disse dona Maria:
- Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você, que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.
Dona Clotilde, na hora estranhou a atitude da velha rival, e disse que iria pensar no caso.
Pelo caminho foi matutando:
- Essa dona Maria não me engana, está querendo me aprontar alguma coisa e eu não vou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação.
Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca.
- Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso' presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa.
Mandou a empregada levar o presente a casa da rival, com um bilhete:
- “Aceito sua proposta de paz e para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente". Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou.
- Que ela está propondo com isso? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa pra lá.
Alguns dias depois dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.
- É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou?!
Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, e um cartão com a seguinte mensagem:
- "Estas flores é o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim".

CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA